SIMfonia

 

SIMfonia

[SIMfonia]

Caminhada…

Essa a é imagem que tenho quando penso nesse BoM BOCAdo de dias com você, passamos há pouco pela bela marca de 13 anos…

SIMfonia: esse é o som da nossa vida juntos.
E é assim que me sinto quando penso no seu amor.
Um amor que me toca e me faz tocar uma linda canção.
Ahh… e que bela canção…
Ahh… as suas mãos, elas têm um toque único, me levam aos lugares mais inabitados e me fazem emitir os sons mais inigualáveis e inalcançáveis.
Esses são os sons do amor.
Esse é o amor que me leva a outra dimensão.
É a dimensão dos sentidos que só você me dá.
Os sentidos que só você me tira.
E me faz perder a razão.
E me faz escutar a canção.
Essa é a sinfonia que sai do meu coração e que só você pode escutar.
Chega mais perto… vem escutar…
Chega mais perto e vem me tocar…
Vem me fazer cantar…
Vem me fazer vibrAR…
Vem me fazer gritar…
Vem me fazer…
Vem me tocAR…
Vem me gritar…
Vem me sufocAR!
Vem me desmanchar!
Vem me agarrAR!
Me alterar
Me apertAR…
Me virar
Tirar…
Amar
Ar…
[ ]

[ ]

Por mais [ ] dias,
vamos caminhar?

Seja no silêncio da noite escura e intensa.
Seja no brilho intenso dos dias escuros.

Por mais [ ] noites,
vamos continuar?

Sua…
[M(i)]

[ Essa é a sinfonia que me lembra a nossa SIMfonia: http://m.letras.mus.br/switchfoot/1574175/traducao.html]

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[!] Cris[i] de consCiência [?]

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  [I]legal x [I]moral

[ ¿ Isso engorda ? ]

Não é porque algumas coisas são Legalmente aceitas que O serão Moralmente…

Vide a fila de mais e mais políticos que acumulam fortunas sem jamais serem pegos em delitos. Não ousaria dizer que são todos inocentes perante suas consciências. Mas até o presente momento a lei não foi capaz de incluir a maioria em delitos. Sabemos que nem todos tiveram essa mesma sorte (mensaleiros, por exemplo).

O fato é que não podemos pautar nossas ações somente no que a Lei Escrita condena.
Mesmo porque, enquanto se puder pagar por um bom advoGADO (aquele que Não tem problemas de con$ciência – ou Tem um bom anali$ta), ele saberá usar todos os recursos da própria Lei para se aproveitar de suas Brechas e será capaz de transformar o pior bandido num “Ficha limpa”.

Enquanto EU me acomodar confortavelmente na condição de que a Lei não me condena, essa sempre será a desculpa na ponta da língua.

Enquanto eu não ousar refletir sobre o quanto a minha atitude é copiada cega e infinitamente.

Enquanto eu me justificar por aquelas frases tradicionais: “já que ninguém faz, eu também não faço”, ou no “se ele pode, eu também posso”.

Enquanto eu continuar contando com a(s) consciência(s) do(s) outro(s) e não com a minha.

Enquanto o problema do país for problema da política e dos políticos e não mEU. Enquanto furar a fila for sempre mais urgente pra mim do que respeitar TODAS as pessoas que chegaram antes.

Enquanto ajudar um cego a atravessar a rua for sempre a última prioridade do mEU dia. Enquanto eu achar que a responsabilidade de ensinar e educar o mEU filho é da escola.

Enquanto eu achar que o problema da falta de água Não é problema mEU.

Enquanto eu achar que o problema da saúde pública é do governo.
Enquanto eu pensar que a escola pública é problEMA de quem não pode pagar por uma particular.
Enquanto eu pensar que o mEU problEMA é maior do que o do meu vizinho ou maior do que o do Mendigo na rua.

Enquanto o problema dos “cracudos da avenida Brasil” for Problema Do prefeito e Do governador.

Enquanto eu não tirar os olhos do Meu Umbigo.

Enquanto eu buscar o prêmio pelo bom comportamento social.

Enquanto eu esperar o tapinha nas costas.
Enquanto eu não olhAR para o OUTRO como eU olharia pra miM.
Enquanto Eu Não me moVER em favor dO OUTRO como se fosse por mim.
Enquanto toda minha lista de prioridades Não Virar de ponta a cabeça.

Enquanto eu não fizer NADA, nada vai muDAR.

Não adianta NADA ter uma LEI escrita no papel e salva nos arquivos oficiais pra fazer volume e contar História.
Precisamos de uma escrita na Nossa consCiência.
Na verdade, essa seria a nossa primeira prioridade: uma Cris[I] consCiência.

Quem sabe não sai uma reformada no final?

Precisamos de uma Nova consCiência, uma Nova Atitude,
Vamos criar uma nova?
Vamos criar um mundo Melhor?
A Começar por MIm?
[Ahh, se isso engorda?? Aposto que a Sua Consciência vai ficar levinha ihihihi 😉 ]

Confesso que não sou

Confesso que não sou

[CONFESSO QUE NÃO SOU]

Numa sociedade em que se valoriza mais o ter,
numa Sociedade em que se valoriza a aparência de ser,
numa sociedade em que Todos os problemas se resumem à falta de dinheiro,
preciso urgentemente confessAR,
confessar o que Não Sou:

Não Sou sorridente o tempo todo
não sou tão forte quanto a maioria pensa
não sou tão convicta quanto pareço ser
não sou tão destemida quanto declaro
nem tão amável quanto pareço
não sou tão atenta quanto deveria
não sou tão organizada quanto me esforço para tentar ser
não sou tão displicente quanto pode parecer
Nem tão Imortal quanto sonharia,
nem Tão corajosa para dizer tudo o que gostaria…

Apesar disso, preciso ao menos tentar,
tentar começar por algum lugar,
tentar começar pelo meu lugar,
e mostrar que só vive de aparência
quem não tem nada pra oferecer
além do parecer ser.

Preciso confessar também
que estou Tentando mudar
que não posso continuar sem ao menos tentar
sem ao menos me livrar daquilo que já identifiquei
como pernicioso, como contencioso,
como pavoroso, como abominoso,
como guloso, como acintoso.
Por mais que seja afanoso,
considero igualmente auspicioso.

Então, se algum dia você me desconhecer,
não se espante,
é que eu
simplesmente
cansei
de só
parecer
SER
.

E se…?

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E se… tudo não é suficiente?

E se… o meu trabalho fosse outro? [Quem sabe seus talentos são maiores do que você imagina?]

E se… eu caminhasse um pouco? [Quem sabe o vento no rosto te dê outra perspectiva?]

E se… um percurso novo fosse experimentado? [Quem sabe uma aventura te aguarda?]

E se… eu experimentasse comida japonesa? [Você pode até se surpreender, como eu =), e o ‘Hot Filadélfia’ nunca mais recebeu um não na minha mesa.]

E se… o sonho de tocar um instrumento fosse possível? [Quem sabe uma nova inspiração pode surgir daí?]

E se… eu não quiser mais o medo, a indecisão, a amargura como companhia??

E se… e se… e se…?

E se eu ao menos tentasse?

Tem dias em que nos sentimos exaustos… sim, aquela sensação de que as nossas forças foram exauridas e o nosso tanque de energia está no limite inferior, e as últimas reservas gotejam diante dos nossos olhos… As luzes vermelhas acesas e piscando, reluzentes e um aviso sonoro dispara, quebrando o silêncio da nossa inércia: pííí—pííí—pííí…

Nessas horas parecemos tão adormecidos e amortizados pelo rolo-compressor da roda-viva que não sabemos distinguir entre o barulho externo e o barulho que grita aqui dentro de nós: Eu quero viver!! Alô, tem alguém aí? Até quando vamos viver para esperar por mais um feriado, por mais um final de semana ou pelas próximas férias? Até quando viver essa vida que eu não quis e não quero? Por favor, alguém me ajude!! Eu tô morrendo sufocada aqui dentro…

E, quanto mais abafamos essas vozes da nossa consciência, as vozes de quem somos aqui dentro, mais morremos por dentro.

O saudoso Pablo Neruda me foi indicado como o (possível) autor [ok, já descobri que é da Martha Medeiros] de um poema que fala sobre quem morre aos poucos… quem não viaja, quem nunca muda, quem não lê, quem não ri de si mesmo, quem não se deixa ajudar, quem se torna escravo do hábito, quem nunca se arrisca… Enfim, ele cita inúmeras maneiras de se morrer lentamente deixando de ser exatamente quem somos e deixando de dar ouvidos àquela voz que pulsa dentro de nós e que fala daquilo que fomos criados para ser e para fazer. É como uma marca de nascença, só que invisível pelo lado de fora e claramente visível pelos olhos da nossa consciência, a marca feita por quem nos criou.

Ele nos deu inteligência e discernimento, nos deu racionalidade e sentimento, justamente porque nos deu condições de usá-los sabiamente a cada momento, só não usamos quando ignoramos a voz. E se estamos ouvindo essa voz lá dentro falar, por favor, não a deixe sufocar! Não se deixe sufocar… não se deixe morrer lentamente…

Vamos usar toda nossa determinação e perseverança para usar esses atributos que temos, arregaçar as mangas e encarar essa voz que temos. Essa é a voz opera o querer e o efetuar, tanto a vontade que há nessa ‘marca de nascimento’ quanto a habilidade que temos e que podemos desenvolver para realizar esse projeto de ser quem somos e viver de acordo.

Mesmo que hajam algumas recaídas (todos nós sangramos), mesmo chorando alguns dias, escorregando e tropeçando, precisamos nos recompor porque a vida é curta! Vamos nos lembrar dessa voz que fala mais alto do que todas as vozes externas e vamos viver a nossa vida!

Ainda que tudo não seja o suficiente, vamos desconstruir esse tudo, os paradigmas antigos e vigentes para construir uma realidade em que esses projetos sejam possíveis. Vamos reinventar a realidade e extrapolar para uma nova etapa de nossas vidas na qual sejamos realmente quem somos e, sem nenhuma reserva, possamos nos dedicar ao nosso projeto chamado vida! Uma vida cheia de abundância!

E se… desse certo?

E se eu ao menos tentar?

[Quem sabe esse tudo era só o começo do TODO?]

 

Música e link que inspiraram esse post:

[What if – Coldplay – http://youtu.be/3lbfruPAGMU]

[Morre lentamente – Martha Medeiros http://pensador.uol.com.br/frase/NDE2Mjk0/]

Continuar…

Passos no caminho...

Continuar…

 

Será que já passei da fase de tentar me adaptar?

Será que já passei da fase de me deixar desapontar?

Será?

Será que o tempo que virá não me permitirá me reinventar?

Tudo que falo parece um exemplo perpétuo do que é contradição.

Tudo que faço parece me revelar o quanto eu insisto em autodestruição.

Quantas vezes eu vou precisar me decepcionar pra aprender a mudar?

Quantas vezes mais eu vou precisar me readaptar?

À semelhança das aves que sobreviveram para serem observadas pelo cientista na ilha de Galápagos, eu preciso atacar.

Preciso contra-atacar e contra-argumentar,

Preciso lutar contra essa música constante que ouço do lado de dentro e que me induz numa sedução hipnótica a querer sempre mais do mesmo,

Preciso lutar contra esse desejo de relaxar e deixar a vida passar.

Não vou me adaptar?

Eu tenho opção?

Não!

Eu preciso me adaptar, preciso me reinventar, preciso continuar!

E, sim, preciso me equilibrar e equilibrar os pratos que escolhi ter na vida para me acompanhar.

E preciso continuar…

Continuar…

E me desapontar,

E não me acostumar,

E não me entregar,

E lutar!

Porque o que há em mim é uma versão exclusiva e limitada pelo tempo de “apenas” uma vida.

O que tenho aqui é uma versão tão exclusiva quanto o que há em você.

E quem é “você”? Essa resposta só você tem.

Sim, e você é uma versão exclusiva dessa resposta!

Você e eu somos exclusivos,

Assim como cada estrela e seu universo único e irreplicável.

E se dispensarmos a existência de uma pequena dessas,

Dispensaremos a nossa própria.

Caminharemos para uma escuridão sem precedentes, dispensando o brilho ímpar de uma estrela.

Dispensaremos o brilho de um astro que poderia gerar energia suficiente para mobilizar um universo inteiro no seu entorno.

Dispensaríamos, quem sabe, um infinito de possibilidades de começar de novo ou, simplesmente de

Continuar…

 

Inspirado por: Walk on – U2

https://www.youtube.com/watch?v=gwKEdFoUB0o

http://letras.mus.br/u2/63051/

“This is not yet the end, there’s a long way to go, and the way might be very, very hard. So, please, stand by.”

[Isso ainda não é o fim, há um longo caminho para percorrer, e ele pode ser muito, muito difícil. Então, por favor, aguente firme.]